Nívea Viva Jorge Ben Jor – Porto Alegre

No último domingo 04/04, o Anfiteatro Pôr do Sol ficou completamente lotado, para a estreia da turnê nacional do projeto Nívea Viva, que nesta 6ª edição celebra a obra do cantor Jorge Ben Jor.

A Nívea reverencia Jorge Ben Jor, o rei do suingue e da simpatia, adicionando uma balanço irresistível à série que celebra anualmente os principais ícones da música brasileira.

O grupo mineiro Skank e a cantora paulista Céu foram os intérpretes de outra geração dos sucessos de Jorge, que também teve a participação da clássica Banda do Zé Pretinho, que acompanha Ben Jor há muitos anos.

A apresentação teve entrada franca, iniciou às 16h40min e se estendeu até as 19:30. O espetáculo teve momentos de encontro com os artistas, e no final, uma celebração com todos juntos. O trio passou por clássicos como País Tropical (Skank e Céu), Chove Chuva (Céu), Balança Pema (Skank) e Taj Mahal (Ben Jor, Céu e Skank), num variado passeio pelo repertório do homenageado.

O Projeto Nívea Viva: “Música pra sentir na pele”

O projeto Nívea Viva já prestou importantes tributos à música brasileira. Começou em 2012 com Maria Rita cantando Elis. Passou pela Bossa Nova, com Vanessa da Mata cantando a obra de Tom Jobim no ano seguinte. Depois sambou bonito quando reuniu Roberta Sá, Alcione, Martinho da Vila e Diogo Nogueira. Visitou a soul music quando Ivete Sangalo e Criolo homenagearam Tim Maia. E, no ano passado, foi a vez do rock, com um time estelar que reuniu nomes como Nando Reis, Paralamas do Sucesso, Paula Toller e Dado Villa Lobos numa ópera guitarrística. Este ano a Nívea reafirma o compromisso de revitalizar o rico legado da música produzida no Brasil com o cantor Jorge Ben Jor.

 

 

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LA PASIÓN DE EVA PERÓN

No último domingo, no Complexo Cultural CEI, a IENH , através do grupo “NÃO TEMOS NOME AINDA”, apresentou o espetáculo “LA PASIÓN DE EVA PERÓN”, com direção de Fábio Ferraz. A peça conta a história emocionante de uma mulher que movimentou paixões e opiniões, marcando a história da Argentina, Evita.

María Eva Duarte de Perón, conhecida como Evita, foi uma atriz e líder política argentina. Tornou-se primeira-dama da Argentina quando o general Juan Domingo Perón foi eleito presidente.
A infância em Los Toldos e depois em Junin foi pobre. A mãe, Juana Ibarguren, era uma costureira, extremamente organizada e amante do estancieiro Juan Duarte, que tinha outra família, legítima, em Chivilcoy, com outros 6 filhos.
Quando Juan Duarte sofreu o acidente e morreu, Juana e os filhos com ele, Eva, Juancito, Elisa, Blanca e Erminda, todos ainda muito pequenos, saíram da zona rural onde moravam para visitar o pai morto e dar-lhe o último beijo. Foram escorraçados do velório pela viúva e pelos filhos legítimos dele. Juana bateu o pé e insistiu que os filhos tinham o direito de beijar o pai morto. Depois de negociações e para evitar bate-boca numa cerimónia fúnebre, foi-lhes permitido que o fizessem, na condição de em seguida sumirem dali.
Depois da morte de Juan, Juana mudou-se com os filhos, todos dele, para Junin, para fugir das humilhações da condição de amante.

Eva adolescente provinciana, sonhava em ser artista, ser uma estrela do teatro e do cinema. Tinha verdadeira paixão pela atriz norte-americana Norma Shearer, o modelo de mulher e de artista desde a infância.
Foi imbuída nesta vontade de vencer, de ser Norma, de rolar com meias longas de seda com costura atrás, cabelos louros cacheados, sobre altos colchões de mola e lençóis de cetim rosa e principalmente de ter uma identidade que a bastardia lhe roubou, que estimulou Eva a deixar Junin e partir para tentar a carreira de atriz em Buenos Aires.
Eva, pálida e morena, batia incansavelmente às portas dos teatros. Seu único trunfo, a obstinação. Fora a teimosia que se tornou lendária, ela não tinha grande coisa a oferecer. Sem real talento artístico nem extraordinária beleza, ela era ignorante, arredia. Às humilhações vividas, somaram-se outras. Histórias bastante banais: diretores que exerciam a sedução e amantes de algumas horas.

À mãe e às irmãs, que lhe suplicavam a volta para Junín, Eva respondia sempre: “Primeiro, a celebridade”.
Aos quinze anos de idade e acompanhada de Augustín Magaldi, cantor de tangos e amigo da família, considerado o Gardel do interior argentino, Eva parte para a capital. Em 1937 estreou no cinema no filme Segundos Afuera e, em seguida, foi contratada para fazer radionovelas.
O mais impressionante na história da vida de Eva foi o caminho meteórico que ela percorreu na vida pública. Entre a total obscuridade ao mais absoluto resplendor pessoal e político da vida e em seguida a morte, tudo ocorreu em apenas 7 anos.
Nesse curto período ela saiu do anonimato para se tornar uma das mulheres mais importantes e poderosas do mundo. Na breve existência (morreu aos 33 anos de idade de câncer) há muitos mistérios, muitos fatos obscuros mas há principalmente uma personalidade tragicamente marcante.

Quando escolhi ser “Evita” sei que escolhi o caminho do meu povo”.

Para ver mais fotos clique: Aqui

Ficha Técnica:

Elenco
Isabela Eckhard
Natália Bassani
Juli Arnold
Madu Costa Scheid
Henrique Amaral
Mateus Goldoni
Daniel Nunes
Júlia Cassel
Marina Bacher
Paulina Blauth
Isabella Pessin
Bruna Alvarez
Letícia Kunst
Eduardo Blauth
Santiago Blauth
Augusto Schmitz
Theo Cansi

Criação audiovisual
Leonardo Tagliari

Iluminação
Anderson Zang

Criação de Penteados
Elário Kasper

Assessoria histórica
David Nicolea

Preparação vocal
Joana Haar

Coregrafia
Alessandra Feltes

Auxílio de cenografia
Eliana Ennes

Pronúncia da Língua Espanhola
Raquel Meirose e Rita Cunha

Babu Santana em “Gostava Tanto de Você”.

 

No último dia 03/09, Babu Santana apresentou-se no Teatro Feevale, com o espetáculo “Gostava Tanto de Você”, com produção da Trilha Entretenimento.

O ator e cantor esteve novamente na pele do eterno síndico do Brasil. Intérprete de Tim Maia também na cinebiografia do músico lançada em 2014, Babu Santana chamou a atenção pela desenvoltura com que trabalhou o repertório de Tim. Agora, o ator volta a emprestar seu vozeirão ao universo que o consagrou, em espetáculo marcante.

Não tem muito segredo: “Gostava Tanto de Você” é uma homenagem a Tim Maia, com a nata do seu cancioneiro (veja o set list abaixo) levada por um cantor competente e uma banda que sabe muito bem o que faz – a Motherfunky. Um dos grandes conjuntos de soul, R&B, disco e black music do Rio Grande do Sul, é sucesso em diversas casas de show do estado. Para este espetáculo, o grupo estava reproduzindo fielmente a formação da lendária banda Vitória Régia, que acompanhava Tim em suas turnês.

Impossível dar errado, mesmo para quem não não era íntimo das músicas do Síndico, como comenta Babu: “O show foi feito para todos que gostam de música boa. E tem alguém que não gosta de Tim Maia? Difícil, né? Eu sou fã, então costumo dizer que é um show de fã para fã, e até quem não é muito ligado na história do Tim vai curtir, pois tentamos trazer esse lado mais histórico também”.

Foi bem isso! Um show onde o público cantou, dançou, e principalmente se emocionou com canções de Tim Maia.  Canções que fizeram (e ainda fazem) parte da trilha sonora da vida de milhões de pessoas, agora interpretadas pelo carismático Babu Santana.

Confira o setlist da apresentação abaixo das fotos.

Você e eu, eu e você
Acende o farol
Dia de Santo Reis
Coronel Antônio Bento
Rational culture
Que beleza
Azul da cor do mar
Ela partiu
Telefone
Primavera
Você
Gostava tanto de você
Chocolate
Sossego
Vale tudo
Do Leme ao Pontal
O descobridor dos sete mares
Se me leva, eu vou
Não quero dinheiro

 

Nenhum de Nós Canta Beatles

O grupo Nenhum de Nós apresentou-se no último dia 31/08 no Teatro Feevale, fazendo o público delirar com o show “Nenhum de Nós Canta Beatles”, tocando as música dos garotos de Liverpool.

Depois do sucesso das apresentações em 2009 na capital gaúcha, a banda incorporou o show especial a uma possibilidade permanente para apresentações.

Segundo Luciano Cardoso, da Clã Multipromoções (realizadora do evento), o show em Novo Hamburgo foi exclusivo, pois nunca havia sido apresentado no Vale do Sinos.

O ponto alto do espetáculo foi homenagear na íntegra uma versão autêntica dos Beatles, sem abrir mão de ser Nenhum de Nós, mantendo a identidade e a personalidade própria do grupo.

Um show vibrante e envolvente, pois percebeu-se os músicos na condição também de fãs, prestando uma homenagem aos seus ídolos.

Sucessos como: Can’t Buy me Love, Something, Girl, Hey Jude, While my Guitar Gently Weeps, Norwegian Wood, Day Tripper, Help!, Ticket to Ride, Don’t Let me Down, Revolution e Eleanor Rigby, foram alguns dos destaques do espetáculo.

Depois de pouco mais de uma hora e meia de show, a banda se despede, tendo deixado em seus espectadores a certeza de que a apresentação foi executada com muita competência e dedicação.
Subiram ao palco, para a apresentação desse emocionante espetáculo, Thedy Corrêa (vocal e viola), Sady Homrich (bateria), João Vicenti (acordeon, piano e teclados), Veco Marques (violão, sitar e guitarras) e Carlos Stein (violões e guitarra). Acompanhando a banda no baixo, estava o músico convidado Estevão Camargo.

Nós Sempre Teremos Paris – Françoise Forton e Maurício Baduh

 

Paris, cidade palco de algumas das histórias de amor mais famosas da ficção, é uma das protagonistas do musical “Nós Sempre Teremos Paris, escrito pelo jornalista Artur Xexéo e dirigido por Jacqueline Laurence, estreou em Novo Hamburgo na última sexta-feira, no Teatro Paschoal Carlos Magno.
O título, inspirado na famosa frase da cena final do filme Casablanca, deixa claro não só o cenário em que os personagens de Françoise Forton e Maurício Baduh se movimentam, mas dá também o tom da história de amor – romântica e quase eterna – que os dois interpretam em palco. Em 60 minutos, os atores cantam 16 canções francesas, entre elas “C’est si bom”, “La vie en rose” e até uma versão de “Garota de Ipanema”.
Além das atuações de Françoise e Baduh, a diretora Jacqueline Laurence destaca a presença dos músicos para a criação de um ambiente intimista no palco – entre os instrumentistas, está o gaúcho Matheus Kleber, que toca piano e acordeon, e Roberto Britto, no violão. Outro destaque do musical é que todas as sessões no Estado terão tradução simultânea em libras.
Sucesso de público e crítica, “Nós Sempre Teremos Paris” estreou no Rio de Janeiro em 2012, com apenas 10 mil reais de recursos próprios e tinha previsão de ficar em torno de 2 meses em cartaz, mas com o sucesso, acabou tendo a temporada estendida, foi transferido para o horário nobre do Teatro Leblon, saiu em turnê pelo Brasil e agora comemora quatro anos em cartaz e celebra os 50 anos de carreira da atriz Françoise Forton.
“Nós Sempre Teremos Paris”, o amor de outros tempos permaneceu, ficou gravado no coração de cada um…
Um musical delicioso, romântico que deixou ao final do espetáculo um “gostinho de quero mais”. O público que esteve presente viajou por Paris,  até o Café em Montparnasse…

Samba e Música Gaúcha na 27ª FestiQueijo

No último dia 09/07 estive na 27 ª FestiQueij0, um dos principais eventos gastronômicos do Rio Grande do Sul, na cidade serrana de Carlos Barbosa. Com sua farta gastronomia, o festival celebra a riqueza produtiva das empresas daquela região.

São mais de quarenta tipos de queijos, além de pratos da culinária típica italiana e os melhores vinhos e espumantes da região. Um verdadeiro festival de sabor para os visitantes, que também podem se divertir com as atrações artísticas que se apresentaram ao longo da festa, que segue até o final de julho.

Neste dia, a partir das 19h a cantora Soninha Dutra juntamente com os músicos Roberto Paz e Zé Fernando, animaram a galera com muito samba no pé. Soninha Dutra é Passofundense, filha do músico e compositor Gentil Dutra , participou do Curtas apresentado pela RBS em 2013/2014 “Fez a barba e o choro” e canta pela 3 ª vez na FestiQueijo. Entre as músicas interpretadas estão : Não deixe o samba morrer , Água de chuva no mar, Poder da criação, Boate Azul , Seu balancê, A amizade, Meu Ébano e Velocidade da Luz .

Após a apresentação da sambista, foi a vez da música gaúcha invadir o salão, com a apresentação do cantor nativista Paullo Costa.

Paullo Costa nasceu em Encantado, hoje município de Nova Bréscia, mas em 1980 a família seguiu para Carlos Barbosa, cidade que o adotou como filho.

Desde os 7 anos já vivia no meio musical, por influência da irmã que era professora e o levava para cantar na escola que lecionava. Depois foi selecionado para cantar no coral de crianças (os Canarinhos de Torino), não demorou muito para começar a tocar também no coral. Foi seminarista e tocava escaleta, gaita e violão durante as missas. Participou dos festivais de canção em Carlos Barbosa, participou de várias bandas e gravou seu 1 º disco de vinil com uma composição de sua autoria”Orgulho” no grupo Alma Nova o qual tocou por dois.

Mais tarde gravou um CD nativista com o apoio forte de Neto Fagundes e Luiz Carlos Borges, sendo que os dois participaram no cd (Coração Cigano). Hoje Paullo Costa com uma carreira consolidada, com 15 cds gravados, no decorrer da carreira seus trabalhos sempre tiveram boas parcerias de poetas e cantores. Sua escola musical veio desde o altar das missas, dos festivais e dos palcos de bailões dando à Paullo Costa um estilo único.

Confiram que delícia de festa!

DIRETORIA VOLUNTÁRIA FESTIQUEIJO 2016 

Presidente – Diego Carlos Baldasso
Vice-Presidente e Diretora de Marketing – Jéssica Dalcin Andrioli
Secretária – Karin Haas
Diretor de Compras – Douglas Capitani
Diretor da Recepção e Portaria – Maiquel Misturini
Diretor Administrativo e Almoxarifado – Antônio Carlos Somenzi
Diretor de Infraestrutura – Fabio Fiorotto
Diretora de Integração Empresarial – Karine Weschenfelder Ferreira
Diretor de Programação Artística e Cultural – Edenilson Canal
Diretor de Rel. Sociais e Ev. Paralelos – Tatiane Scain
Diretor de Serviços e Segurança – Rodrigo Girardi
Diretora de Suprimentos – Neli Thums Gedoz
Diretora Financeira – Janete BelleboniTaufer
Diretor Jurídico – Alisson de Nardin